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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2017 - 08h04
Seguradora da Lamia convida Chapecoense para reunião na Bolívia
Clube não descarta ação judicial para garantir o pagamento dos seguros
Clube espera que famílias das vítimas participem da ação indenizatória, afirmou Palaoro

Clube espera que famílias das vítimas participem da ação indenizatória, afirmou Palaoro

Foto: Gabriel Spenassatto

Uma reunião foi agendada para o dia 8 de fevereiro em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, para tratar do pagamento do seguro às famílias das vítimas e aos sobreviventes do voo da Lamia.

A informação foi dada pelo vice-presidente jurídico da Chapecoense, Luis Antônio Palaoro durante coletiva de imprensa na tarde de quarta-feira (11).

A seguradora Bisa, com sede em Londres, é a responsável pelo pagamento. A empresa, contratada pela seguradora original da Lamia, entrou em contato com a Chapecoense na última semana através de carta, revelou Palaoro. Esse foi a primeira comunicação oficial sobre o assunto desde o dia do acidente. “Estamos esperando nesse dia, 8 de fevereiro, para ver se temos uma posição definitiva dos seguros da aeronave”, afirmou.

O seguro de vida previsto na apólice contratada pela companhia aérea é de aproximadamente R$ 25 milhões, mas há também um seguro de casco no valor de R$ 15 milhões.

Segundo Palaoro, a soma de ambos os seguros deverá ser rateada entre as famílias dos 71 mortos no acidente. Os seis sobreviventes também têm direito ao benefício.

Palaoro afirmou ainda que o clube pretende alertar a seguradora, durante a reunião na Bolívia, que uma ação judicial não está descartada para agilizar o pagamento.

INDENIZAÇÕES

Além dos esforços para garantir o pagamento do seguro, a partir do fim de janeiro a Chapecoense entrará com uma ação de responsabilidade civil contra a Lamia e o governo da Bolívia por danos morais e materiais. Um dos objetivos é buscar ressarcimento aos prejuízos financeiros decorrentes da tragédia.

De acordo com Palaoro, o clube espera que familiares das vítimas (incluindo jornalistas, convidados e demais ocupantes do avião) participem dessa ação indenizatória. “Nós vamos solicitar que todos entrem conosco nessa ação contra quem causou os danos, que são a companhia aérea, especialmente, e o governo, que liberou o voo irregular. E também contra as seguradoras se elas não pagarem administrativamente”, disse.

No momento, a diretoria jurídica da Chapecoense discute qual será o melhor caminho para levar adiante a ação; via Brasil, diretamente na Bolívia ou até mesmo nos Estados Unidos, onde Palaoro acredita que o processo deva andar com mais rapidez.


Fonte: RedecomSC


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