Sábado, 13 de Janeiro de 2018 - 09h14 - Atualizado em: Sábado, 13 de Janeiro de 2018
​Inter de Odair Hellmann começa a ser testado
Time fará jogo-treino contra o Lajeadense no CT do Parque Gigante
Foto: Ricardo Duarte / Inter / Divulgação / CP

Odair Hellmann está no Inter, como treinador, desde 2011. Conhece o atual elenco colorado e as características de cada jogador como poucos e, exatamente por isso, não precisou viver uma fase de adaptação. Ele assumiu o cargo com todas as observações já realizadas.

Assim, está um passo à frente de qualquer outro profissional que o clube pensasse em contratar. Porém, mais que ideias, o futebol exige resultados e rendimento em campo, que precisam começar a aparecer logo, inclusive hoje à tarde, quando o Inter enfrenta o Lajeadense em jogo-treino no CT Parque Gigante. É o último e mais importante teste antes da estreia no Campeonato Gaúcho, que ocorre na quinta-feira, diante do Veranópolis, no Beira-Rio.

O compromisso, que oficialmente não é aberto ao público - embora se possa assistir de fora do CT, da calçada na Avenida Beira-Rio - começa às 16h e deve ter quatro tempos de 30 minutos. Nos dois primeiros, Odair deve mandar a campo a formação que prepara para a estreia do Gauchão. Depois, nos dois tempos finais, ele fará testes e observará alguns jogadores, especialmente os recém-chegados.

Na parte final do trabalho, Odair dará uma atenção especial para o desempenho de Wellington Silva, que, após alguns dias aos cuidados do preparador físico Élio Carraveta, treinou com o grupo na sexta-feira e está pronto para jogar. Ele brigará por posição com Camilo, que começa a temporada como titular.

Outra curiosidade é sobre a atuação de Dudu. O lateral-direito de 20 anos foi adquirido pelo Inter após um bom desempenho pelo Figueirense no ano passado. Foi um dos maiores investimentos do clube neste início de temporada, já que a posição também foi tida com uma das mais carentes em 2017. Seu reserva imediato é Cláudio Winck, titular no ano passado, seguido por Ruan, que veio do Boa após boas apresentações na Série B.

“Manter o Odair significa dar uma continuidade. Não precisa de adaptação, ainda mais em uma pré-temporada curta. Odair tem o benefício de começar em etapa avançada, não perde tempo com conceitos táticos, pois já sabemos o que ele gosta e o que espera da equipe”, elogiou, em recente entrevista, Uendel.

Ele defendeu o desembolso do chamado PLR (participação nos lucros e resultados) pela produtividade dos funcionários, mas admitiu que é preciso mudar o sistema.


Fonte: Correio do Povo


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